Campanha da Fraternidade 2010: Economia e Vida e Download do Texto Base

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Posted on : 10-03-2010 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Diversos, Documentos da Igreja

Todos os anos, no período do tempo litúrgico da Quaresma (que vai da quarta-feira de cinzas até a Semana Santa), a Igreja Católica Apostólica Romana, pelo CNBB, organiza a Campanha da Fraternidade para debater temas importantes para a sociedade. Esse ano de 2010, em conjunto com o CONIC, fez-se uma campanha ecumênica.

O CONIC é o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, e que esse ano, na Campanha da Fraternidade, conta com as seguintes Igrejas:

  • Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia (ISOA)
  • Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU)
  • Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB)
  • Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB)
  • Igreja Católica (IC)

Esse ano o debate é em torno das questões econômicas que afligem o mundo, tendo um enfoque na conscientização do mal que é o acúmulo de riqueza, a exclusão social e a marginalização econômica das nações. Mesmo sendo um tema complexo, não se perde o foco religioso e a contribuição que o cristianismo pode dar, apresentando um enfoque mais humano.

Para conhecer todo o tema e a proposta da Campanha da Fraternidade, há um material excelente que recomendo como leitura e como fonte de estudo.

O lema dessa campanha já dá o tom do debate e de qual é a proposta do cristianismo diante do desafio global que é a economia:

LEMA: Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mt 6,24)

Um pouco de reflexão faz bem, especialmente se pudermos olhar a economia do mundo de uma forma não tão convencional como a dos economistas e dos meios de comunicação tradicionais. Até porque já se provaram falhos.

40. Vocação dos Leigos no Mundo.

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Posted on : 12-07-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Citações, Comentários Teológicos, Documentos da Igreja, Família
[pequeno comentário da Exortação Apostólica CHRISTIFIDELES LAICI, de João Paulo II. Apenas para motivar o ineteresse pela leitura do texto na íntegra.]

Continuando o artigo anterior, que fala um pouco das escolhas que fazemos ou preferimos, gostaria de citar e comentar um pequeno trecho que achei na supra-citada exortação onde trata do lugar do leigo na vida e missão da Igreja no mundo.

Como no texto anterior eu tratei das dificuldades, continuo nessa linha aqui. Não quero que ninguém se engane em pesnsar que estar no caminho seja coisa simples e facil. Grandes são os desafios e, talvés, o maior deles seja qual o nosso lugar no mundo como testemunhas da fé em Jesus Cristo.

Vejamos:
“(…) Os fiéis leigos não tem estado isentos de dificuldades e de perigos.”
Citarei e comentarei por partes um pequeno trecho do parágrafo 2, tema que é aprofundado no documento do Papa nos parágrafos 16, 17, 23, 24, 33, 35, 36, 37, 51 e 52 especialmente. Estas partes tratam mais especificamente sobre os desafios enfrentados principalmente pelas famílias.

“Em especial podem recordar-se duas tentações, de que nem sempre souberam desviar-se:”

1) “a tentação de mostrar um exclusivo interesse pelos serviços e tarefas eclesiais, por forma a chegarem frequentemente a uma prática abdicação das suas responsabilidades específicas no mundo profissional, social, económico, cultural e político;”
Esse é um grande perigo. Os leigos têm de viver inserido na sociedade e no mundo como luzes a brilhar o evangelho ao mundo. Não podem se esconder de sua responsabilidade de testemunhar Jesus no trabalho, nos estudos e na vida social, inseridos totalmente na realidade humana, sem fugir da responsabilidade de viver cristãmente.
As tarefas e serviços na Igreja são fonte para fortalecer a vida e ajudar a guiar-nos no caminho de Cristo, sem nos deixar perder pelas tentações do mundo, mas não podemos, em momento algum negar a responsabilidade de estar no mundo.

2) “e a tentação de legitimar a indevida separação entre a fé e a vida, entre a aceitação do Evangelho e a ação concreta nas mais variadas realidades temporais e terrenas.”
Transformar a realidade à nossa volta nos moldes cristãos, segundo o ensinamento do Evangelho de Jesus. Não podemos aceitar que a fé e a vida andem separadas. Aquilo que cremos tem que ser aquilo que vivemos e praticamos. A fé tem que ser modelo de vida e a vida tem que refletir a fé que professamos.

Vale a pena a leitura de todo o documento e entender os caminhos do Evangelho na vida cotidiana. Devemos ser luz no mundo.

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Exortação Apostólica CHRISTIFIDELES LAICI – João Paulo II (na íntegra e em português).

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37. Uma só Igreja. Uma só…

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Posted on : 30-06-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Citações, Comentários Bíblicos, Documentos da Igreja

Apropriado terminar o mês de junho com algumas recomendações de leitura. Esse é o mês em que celebra-se a festa de São Pedro e São Paulo, colunas da Igreja. E, foram estes homens que deram a vida para garantir que o anúncio do Evangelho de Jesus não fosse esquecido. Cada um a seu modo, mas com os mesmos objetivos: propagar a palavra do Reino.

Mt 16,13-19 – “Feliz és tu, Simão…”

- A primazia de Pedro!

Não há como desprezar isso: Pedro foi o primeiro lider dos cristãos; o primeiro Papa. Basta ver como Jesus relacionou-se com ele.

1) Mt 16, 18: “Por isso [pela tua fé] que te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja.” = Foi da vontade de Jesus construir a Igreja e colocar à frente dela 12 homens e, dentre os 12, escolheu Pedro para garantir a unidade dos irmãos e confimá-los na fé (cf. Lc 22,32: “Mas eu rezei por ti, para que a tua fé não falhe. E tu, uma vez convertido, fortalece teus irmãos.”).

2) Lc 5, 3: “[Jesus] Subindo num dos barcos, o de Simão [Pedro], (…) sentando-se ensinava do barco à multidão.” = Este é um texto bastante simbólico. Jesus quis pregar, mas do barco de Pedro, de lá ensinava à multidão. Ainda é assim: Jesus ensina do barco de Pedro pelos seus sucessores. É importante garantir a sucessão apostólica para termos segurança na fé que recebemos e professamos. Quem não está no barco de Pedro, não está como Jesus.

3) Jo 21, 11: “Simão Pedro subiu ao barco e arrastou para a terra a rede, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, apesar de serem tantos, a rede não se rompeu.” = A rede de Pedro não pode ser rompida. Ela garante a unidade, para formarmos um só corpo, como Jesus mesmo desejou:

“A fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.” [ João 17:21 ]

É Pedro quem garante a pesca e de seu barco vem o milagre de uma rede cheia.

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Algumas leituras recomendadas sobre o tema da unidade:

- LUMEN GENTIUM sobre a Igreja. – Concílio Vaticano II.

- Doutrina sobre a Igreja – Congregação para Doutrina da Fé.
- DOMINUS IESUS – sobre a unicidade e a universalidade salvífica de Jesus e da Igreja.
- UNITATIS REDINTEGRATIO sobre o ecumenismo. – Vaticano II.
- NOSTRA AETATE sobre a Igreja e as religiões não-cristãs. – Vaticano II.

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36. Igreja e Bioética.

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Posted on : 27-06-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Citações, Comentários Teológicos, Documentos da Igreja
[Mais sobre esse assunto, leia o artigo 24. Pesquisas e a vida humana, também neste blog.
Basta clicar no título ou procurar no índice este e outros temas.]

Verificando o site da CNBB (http://www.cnbb.org.br/) descobri um link bem interessante. Eles selecionaram alguns textos e comentários sobre o tema da vida e bioética. Vale a pena conferir os textos e selecionar o que considerar interessante ler e aprender.

Tratam de temas como a eutanásia, o aborto em suas mais variadas formas e justificativas, células tronco e outros temas relevantes à vida humana e sua manipulação pela ciência e as implicaçãos disso.
Não são todos textos oficiais, mas a posição de muitos pensadores, cientistas e também teólogos.

Indicam primeiro a leitura de dois textos oficiais da Igreja.
- A carta encíclica de João Paulo II – EVANGELIUM VITAE – sobre o valor e a inviolabilidade da via humana.
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_25031995_evangelium-vitae_po.html

Esse é um documento que deve ser lido na íntegra. Tem passagens e ensinamentos maravilhosos:

“O Evangelho do amor de Deus pelo homem, o Evangelho da dignidade da pessoa e o Evangelho da vida são um único e indivisível Evangelho.”
E, citando o Concilio Vaticano II:
“« Tudo quanto se opõe à vida, como seja toda a espécie de homicídio, genocídio, aborto, eutanásia e suicídio voluntário; tudo o que viola a integridade da pessoa humana, como as mutilações, os tormentos corporais e mentais e as tentativas para violentar as próprias consciências; tudo quanto ofende a dignidade da pessoa humana, como as condições de vida infra-humanas, as prisões arbitrárias, as deportações, a escravidão, a prostituição, o comércio de mulheres e jovens; e também as condições degradantes de trabalho, em que os operários são tratados como meros instrumentos de lucro e não como pessoas livres e responsáveis. Todas estas coisas e outras semelhantes são infamantes; ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente; e ofendem gravemente a honra devida ao Criador »”

- O outro documentos que citam é da Congregação para Doutrina da Fé – Instrução sobre o respeito à vida humana nascente:
http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19870222_respect-for-human-life_po.html

Serve bem como um direcionamento para entender a linha de pensamento da Igreja.

- Para o site da CNBB direto aos demais textos clique: http://www.cnbb.org.br/index.php?op=pagina&chaveid=236

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35. DEUS CARITAS EST – Amor!

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Posted on : 25-06-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Citações, Comentários Bíblicos, Comentários Teológicos, Documentos da Igreja, Família

Cremos num Deus que é amor.

Podemos ler e reler a bíblia, mas algumas vezes nosso entendimento só se abre de fato quando alguém mais ilustrado nos dá o caminho a seguir.

Lemos assim em 1Jo 4,16:
“Nós conhecemos e cremos no amor que Deus
tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece
no amor permanece em Deus e Deus nele.”

Veja como Bento XVI explica isso:
“Nós cremos no amor de Deus — deste modo pode o cristão exprimir a opção fundamental da sua vida.”

Lembro até um pouco da carta de Paulo aos Coríntios que começa com um elogio dizendo que eles têm todos os Dons que vêem de Deus. Notem bem, TODOS os dons:
“Assim, enquanto esperam a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo,
não vos falta dom algum.” (1Cor 1,7)

Mas, mais pra frente achamos isso: Paulo vai tratar sobre a diversidade de Dons (carismas), ensinando aquela comunidade que já possuia todos os dons a usar bem a graça de Deus em favor de todos e como devem formar um único corpo, viver em unidade (cf. 1Cor 12).
Terminando o capítulo 12, no versículo 31 lemos o seguinte:
“Aspirai aos dons mais elevados.
E, agora, ainda vou indicar-vos o caminho mais excelente de todos.”

E começa o capítulo 13 falando do amor cristão. É o amor (“agape”) que transmite o dom recebido. Sem isso não é possível identificar-se como cristão e seríamos como sinos que só fazem barulho (cf. vv. 1).
A verdade é que, para Paulo, não bastava ter todos os dons, importava mesmo viver a radicalidade do amor, imitando Jesus. Pra entender, basta ler Jo 3,16:
“Deus amou o mundo de tal modo que deu seu filho único,
para que todo o que nele crer não morra,
mas tenha a vida eterna.”

E podemos completar voltando a 1Jo 4,10:
“Nisto consiste o amor: não em termos nós amado Deus,
mas em Deus nos amar primeiro enviando o seu filho (…).”

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Aqui deixo então duas sugestões de leitura. A primeira é a carta Encíclica do Bento XVI – DEUS CARITAS EST. Com ela podemos aprender mais sobre o amor cristão. É uma boa fonte de estudo para as famílias, especialmente os casais. Podem aprender muito sobre o modelo de santidade e vivência desse amor conjugal também.
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20051225_deus-caritas-est_po.html

A outra dica é ler a carta de Paulo a Filêmon. Pra isso tem que abrir a sua bíblia e procurar.
É a menor carta de São Paulo, mas é a mais profunda sobre como deve ser praticado o amor ensinado por Jesus. Você terá grandes supresas. Prometo que em breve publico aqui um comentário sobre essa carta.

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31. Mt 9,36-10,8 – Vocação universal.

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Posted on : 16-06-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Citações, Comentários Bíblicos, Documentos da Igreja, Família

[segue um pequeno comentário sobre o trecho do envagelho e alguma recomendação de leitura sobre vocação cristã.]

Os trabalhadores são poucos.

O evangelho lido no 11o. Domingo do Tempo Comum provoca-nos pensar sobre nossa vocação cristã no mundo de hoje. Jesus começa com uma constatação, dizendo que o lugar de “trabalho” do cristão, o mundo em que vivemos, é muito grande para tão poucos disposto à missão.
Provocativo!

Ele chama o mundo (ou as pessoas) de “messe”. O que é a messe?
Para o nosso mundo urbano essa é uma palavra completamente desconhecida, quase sem significado. A messe é a plantação, a seara pronta, em estado de se ceifar, para ser colhida. Neste mundo da técnica e da mecânica avançada, poderíamos pensar que para esta grande colheita de Deus, poderíamos usar as máquinas colheitadeiras computadorizadas, onde basta um único operador para arrancar com perfeição a planta do solo sem disperdícios.
Seria como as vastas plantações de trigo e máquinas cortando o relevo vegetal.

Mas, a messe de Deus é delicada. Precisa de cuidado e perfeição que só a mão humana pode conseguir. Por isso o convite de Jesus é dirigido aos homens e seu apelo é que “o Reino de Deus está próximo”.

O chamado a viver em santidade e testemunho cristão no mundo é difícil e a Igreja reconhece alguns obstáculos (citando CHRISTIFIDELES LAICI 2):

“O caminho dos fiéis leigos não tem estado isento de dificuldades e de perigos. Em especial podem recordar-se duas tentações, de que nem sempre souberam desviar-se: a tentação de mostrar um exclusivo interesse pelos serviços e tarefas eclesiais, por forma a chegarem frequentemente a uma prática abdicação das suas responsabilidades específicas no mundo profissional, social, económico, cultural e político; e a tentação de legitimar a indevida separação entre a fé e a vida, entre a aceitação do Evangelho e a acção concreta nas mais variadas realidades temporais e terrenas.”
Para tratar de vocação – o chamado de Deus para trabalharmos em sua messe – recomendo a leitura de alguns textos. são documentos da Igreja que nos indicam como ser cristãos e dar testemunho no mundo de hoje da fé que professamos.

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[clique nos títulos para abrir os textos na íntegra]

Do concílio Vaticano II:
- Constituição Domática LUMEN GENTIUM – sobre a Igreja.
- Constituição Dogmática GAUDIUM ET SPES – sobre a Igreja no mundo atual.

Outros:
- Exortação Apostólica CHRISTIFIDELES LAICI – vocação e missão dos Leigos na Igreja e no Mundo.
- Exortação Apostólica FAMILIARIS CONSORTIO – sobre a função da Família Cristã no mundo de hoje.
- Carta apostólica MULIERIS DIGNITATEM – sobre a vocação da Mulher.

- Exortação Apostólica PASTORES DABO VOBIS – sobre a formação sacerdotal.

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27. Documentos sobre Maria

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Posted on : 07-06-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Citações, Comentários Teológicos, Documentos da Igreja, Maria (Nossa Senhora)

[conforme prometido, seguem alguns links de textos do Magistério da Igreja sobre o tema mariológico.]

Segue abaixo alguns links de textos oficiais da Igreja Católica Apostólica Romana que tratam do tema mariológico e que podem ajudar a entender melhor os argumentos da Igreja sobre a Mãe de Deus.

Cito antes trecho do Motu Proprio Credo do Povo de Deus, do Papa Paulo VI (parágrafos 14 e 15):

“14. Cremos que Maria Santíssima, que permaneceu sempre Virgem, tornou-se Mãe do Verbo Encarnado, nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo; e que por motivo desta eleição singular, em consideração dos méritos de seu Filho, foi remida de modo mais sublime, e preservada imune de toda a mancha do pecado original; e que supera de longe todas as demais criaturas, pelo dom de uma graça insigne.
15. Associada por um vínculo estreito e indissolúvel aos mistérios da Encarnação e da Redenção, a Santíssima Virgem Maria, Imaculada, depois de terminar o curso de sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória celestial; e, tornada semelhante a seu Filho, que ressuscitou dentre os mortos, participou antecipadamente da sorte de todos os justos. Cremos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no céu a desempenhar seu ofício materno, em relação aos membros de Cristo, cooperando para gerar e desenvolver a vida divina em cada uma das almas dos homens que foram remidos.”

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REDEMPTORIS MATER sobre a Virgem Maria na vida da Igreja – João Paulo II
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_25031987_redemptoris-mater_po.html

MARIALIS CULTUS – Sobre o culto a Maria – Paulo VI
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19740202_marialis-cultus_po.html

MUNIFICENTISSIMUS DEUS – Definição do Dógma da Assunção de Maria – Papa Pio XII
http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/apost_constitutions/documents/hf_p-xii_apc_19501101_munificentissimus-deus_po.html

AD CAELI REGINAM – Sobre a Realeza de Maria – Papa Pio XII
http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_11101954_ad-caeli-reginam_po.html

Audiência de Catequese – João Paulo II
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/audiences/1998/documents/hf_jp-ii_aud_29041998_po.html

SIGNUM MAGNUM – Culto a Maria, Mãe da Igreja e Modelo de Virtude – João Paulo II
http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/apost_exhortations/documents/hf_p-vi_exh_19670513_signum-magnum_po.html

INEFFABILIS DEUS – Bula de definição do Dógma da Imaculada Conceição de Maria – Papa Pio IX (baixar em PDF ou Leia aqui – tradução site Montfort)

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Este é um tema muito delicado e merece muita atenção e estudo de nós católicos. Como já foi citado no artigo 26 deste blog, os dógmas referentes a Maria têm um carater Cristológico fundamental para compreender-se quem é Jesus e evitar heresias.