As portas do preconceito e da ignorância

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Posted on : 13-11-2009 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Diversos, Internet

Onde está a nossa capacidade de reconhecer que não há seres humanos melhores ou piores simplesmente olhando para o fenótipo (característica física)? Não há classes de humanos, nem raças ou outra forma de classificação. Mas o olhar insiste em dirimir preconceitos e nossas atitudes insistem em provar nossa ignorância. O Manifesto Porta na Cara do Circo Voador fez um pequeno flagrante dessa abordagem humana.

Assista o vídeo e leia abaixo:

Segundo informa o próprio blog do responsáveis pelo projeto, só foi usada a imagens desses dois jovens por terem sido as melhores de outras tentativas (também com outros). Também não estão se referindo à empresa em questão, mas mostrando um problema generalizado no modelo usado para manter a segurança do local.

Como já tratamos aqui várias vezes, repudiamos qualquer forma de preconceito ou discriminação a apoiamos a idéia do Manifesto em propor um outro modelo que não esteja sujeito à ingerência falha de uma pessoa.

Fonte: Manifesto Porta na Cara / Vídeo flagrante / Sobre o vídeo do Manifesto

Caso UNIBAN: usar mini-saia é crime?

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Posted on : 09-11-2009 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Diversos

Não se pode impor uma moral a ninguém, nem forçar outro a agir como eu acredito ser certo ou errado. No espaço público só cabe o direto à individualidade e todos temos que respeitar a opção alheia. Tolerância, diálogo e respeito são princípios éticos mínimos para a vida em sociedade, especialmente em um país tão diversos como é o Brasil. E, quem diria, justo no Brasil tropical, usar mini-saia pode gerar até expulsão em faculdade. Mas discriminação e intolerância não tem problema e é até louvável. #vergonhaAlheia

Nem é preciso aqui narrar o ocorrido do dia 22 de outubro (2009) na UNIBAN, uma universidade particular de São Paulo. O melhor é que a internet e os modernos celulares, hoje em dia não deixam escapar nada. Vimos, estarrecido os gritos insanos de universitários-classe-média, chamarem de “PUTA” a colega que usava um vestido curto.

Não importa o que gerou o tumulto de fato: se o desrespeito dos colegas intolerantes ou alguma provocação da aluna. Nada justifica intolerância e atitudes como a que assistimos. Mas o que quero dar destaque é à atitude da universidade que publicou em nota na Folha de São Paulo a expulsão da aluna. Veja a imagem (clique para ampliar. Fonte no link):

aluna-uniban-nota-jornal

Alguns trechos que mostram o total despreparo da universidade em lidar com a situação tornando culpada a aluna:

“(…) A aluna fez um percurso maior do que o habitual, aumentando sua exposição (…)”

“Foi constatado que a atitude provocativa da aluna, no dia 22 de outubro, buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar.

Os grifos são meus.

Mas o melhor de tudo é o que vem das manifestações de repúdio sobre esse ato de intolerância: como a internet é uma grande praça pública, a credibilidade da UNIBAN foi posta à prova e o descontentamento é geral como pude notar no Twitter, após o anúncio da expulsão da garota.

Veja essa matéria para completar: UNIBAN anuncia expulsão de aluna hostilizada por usar minivestido.

Mas temos uma mania estranha no Brasil de pervertermos tudo, destruir valores e impor uma falsa moralidade cristã, que chega a dar nojo. Nenhuma atitude da garota, fosse o que fosse, justificaria a hostilidade e intolerância dos colegas, nem a expulsão da faculdade. E a credibilidade da UNIBAN foi jogada no ralo.

ATUALIZAÇÃO (09/11/09 às 20:15h): A reitoria revogou a decisão do conselho universitário de expulsar a aluna. Acredito que a pressão da opinião púbica fez eles repensarem a ação. Conforme nota, que não explica o porque da nova decisão, diz:

“O reitor da Universidade Bandeirante – Uniban Brasil, de acordo com o artigo 17, inciso IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão.”

O mínimo que deveriam ter feito é uma reunião interna para deliberar sobre o assunto, antes de expor a aluna e a UNIBAN nessa situação vexatória, que resulta em uma imagem manchada. O debate sobre o papel das universidades e a importância do respeito ao indivíduo, ao menos, foi fortalecido.

Link da nova notícia: Uniban revoga decisão de conselho que expulsou aluna hostilizada por vestido curto.

Podemos vender o Vaticano e alimentar o Mundo?

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Posted on : 22-10-2009 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Diversos, Internet, Política

vaticano-vender A internet tem se provado um grande campo para a proliferação de todo tipo de assunto, debates e até piadas. Misturam-se temas sérios e brincadeiras – e uma mente pouco avisada pode acabar se confundindo de fato. O vídeo do momento é de uma americana chamada Sarah Silverman – que para mim parece uma comediante – e seu vídeo chama-se “Venda o Vaticano, alimente o mundo”. O que pode parecer uma excelente idéia, se não fosse idiota.

Nossa protagonista propõe uma coisa simples: vender o Vaticano por uma módica quantia de 500 bilhões de dólares (“o dólar é moeda falsa – americano já nem segura as calças”, como diria Tom Zé, mas…) e usar o dinheiro para construir casas e dar comida para os famintos. (veja o vídeo legendado abaixo)

Hoje o mundo conta, segundo informações das Nações Unidas por pesquisa realizada por sua agência FAO, com mais de 1 Bilhão de pessoas passando fome (ver notícia). Um número recorde e que só tende a crescer cada vez que avança mais a desigualdade social e o desinteresse das nações. O real problema da fome é a total falta de distribuição de renda (chamada de concentração de riquezas) e e má distribuição da produção.

É. Não basta vender o Vaticano. Se dividirmos 500 bilhões para 1 bilhão de pessoas, daria uma pequena fatia de 500 dólares para cada faminto gastar com o que quiser, mas resolveria o problema? Então vamos vender o Museu do Louvre, a Estátua da Liberdade e o Corcovado…

Não dá pra vender o mundo para matar a fome do mundo. Pois não é assim que resolveríamos o problema. Há produção de alimentos suficiente para toda a população. O que não há e vontade de que todos tenham acesso à comida. Então, melhor seria deixar de considerar alimento um bem de consumo e passar a considerar como uma “propriedade coletiva”, questão de segurança e sobrevivência da espécie.

Exploração Sexual Infantil e o Estatuto do Adolescente

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Posted on : 08-07-2009 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Diversos

O Produto Interno Bruto (PIB) da Prostituição Infantil Barata (PIB) [Tom Zé]

vergonha Uma campanha que ganho forças no Brasil é o “Todos Contra a Pedofilia”, que espalho adesivos, publicidade e produziu vídeos e material de conscientização por todas as partes e de todas as formas. Mas sabemos que essa é apenas uma vertente de todo o empenho que precisamos para acabar com os crimes contra a infância e a adolescência em nosso país. Principalmente no que diz respeito à violência sexual e à exploração sexual contra menores. Mas parece que a justiça em nosso país está dando passos para trás.

Em matéria publicada no dia 25/26 de Junho (2009) a Agência Brasil (que é uma empresa pública e muito boa, a meu ver), nos relata algo chocante e triste com o seguinte título:

Numa decisão sem precedentes e indo contra toda a lógica e decência humana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), concordando com o Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS), “rejeitou acusação de exploração sexual de menores contra dois clientes que contrataram em caráter ocasional serviços de prostitutas adolescentes”

“Ao absolver os réus do crime de exploração sexual de menores, o TJMS tinha levado em conta o fato de que as adolescentes já eram “prostitutas reconhecidas”.”
(da Agência Brasil: STJ diz que não há exploração sexual contra menor quando o cliente é ocasional)

Não há muito o que dizer para expressar indignação contra uma decisão tão arbitrária e ilógica. Eu que não entendo muito de Direito, sei perfeitamente que é OBRIGAÇÃO do Estado proteger as crianças e adolescentes de qualquer coisa que as tire de sua condição de inocência. Se o Estado, mesmo que por necessidade comprovada de total miséria, proíbe que uma criança ou adolescente trabalhe, como pode a justiça admitir que se legitime a prostituição “quando o cliente é ocasional”?

adesivo_pedofilia Assim, se o(a) adolescente se oferece na rua para programas sexuais, por “livre vontade” (pois sabemos que até ser maior de 18 anos uma pessoa no Estado de direito brasileiro não pode tomar decisões livremente sem o amparo de um tutor), pode escolher se prostituir e a justiça não vai considerar isso um crime de corrupção de menor?

Ainda existe esse crime na lei, certo? O STJ e o TJMS não conhecem as leis que regem nosso país e o quanto está em voga a defesa da criança e do adolescente em seu Estatuto? Eu, repito, que não sei nada obre Direito, conheço um crime denominado “Corrupção de Menor” que mandaria pra cadeia até os juízes que deram essa sentença.

Lembro bem do que dizia Jesus certa vez:

Cuidado! Não despreze nenhum desses pequeninos [dessas crianças/dos mais frágeis].
Pois eu estou avisando vocês: que os anjos deles estão no Céu contemplando continuamente o rosto de Deus-Pai.

(Mt 18,10[11])

Mas não é bom esperar que a punição venha dos céus ou achar que “só Deus faz justiça”. Mesmo assim, cada um terá a sua parte. E como eu gostaria de saber o que andam falando esses Anjos ao ouvido de Deus!

Agora, cabe ao Ministério Público do MS recorrer e exigir que essa sentença seja revista. Interpretar a lei como foi feito e da forma como fizeram, praticamente legalizamos a prostituição infantil e dá margem para que bandidos e pervertidos tirem proveito da situação para se safarem de seus crimes sexuais.

Mais sobre o assunto:

Protestos no Irã, Fora Sarney e as Redes Sociais [Twitter: #forasarney #iranelection]

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Posted on : 30-06-2009 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Diversos, Política, Televisão

Você não precisa entender sobre redes da internet, nem participar efetivamente delas para perceber a capacidade de mobilização que a rede mundial de computadores tem hoje. Seja para organizar grupos de amigos ou para trocar informações, hoje essa mídia tem até o poder de promover revoluções e mobilizar pessoas ao redor do mundo. Basta ver o caso das notícias sobre a Eleição no Irã ou os protestos pelo Brasil contra o Senador Sarney.

Se alguns privilegiam “atos secretos” e outros não dão crédito para a opinião pública (isso não é coisa apenas de deputado brasileiro), pensando que ditaduras e autoritarismo ainda são opção para modelo de governo, o grande público já tem mostrado que qualquer coisa é motivo para debates, mobilizações e enfrentamento.

twitter-icone Para aqueles que não estão familiarizados com o Twitter (como usar o twitter), uma rede-social destinada quase que exclusivamente para a troca rápida de informação e em tempo real e direto entre as pessoas (sem intermediários, editores ou modelos pré-definidos, padrões ou interesses), é com poucos caracteres, apenas 140 para formar um texto, que as pessoas dividem o conhecimento.

Para certos debates e assuntos, convencionou-se o uso de palavras-chave denominadas tecnicamente de “hashtags”, que são nada menos que palavras acrescidas do símbolo de sustenido “#”.

As Hashtags em maior evidência no momento são #iranelection e #forasarney.

Sobre o Irã, quem acompanha as redes de notícias convencionais, TV e jornais impressos, percebeu que poucas são as imagens dos conflitos e pouco se vê um jornalista falar do local sobre o que estão vendo lá. Isso se deve ao fato de que nenhum jornalista estrangeiro tem permissão para sair às ruas daquele país. O que vemos é o relato e imagens enviados pela população usando mensagens de celular (SMS), e-mails, blogs e redes-sociais como o Twitter ou o YouTube para divulgar o que estão vivendo. O que a mídia tem feito é apenas apurar os fatos.

Como aqui no Brasil somos livres (ou deveríamos ser) para tratar de política, a grande mobilização contra o Senador e ex-presidente da república José Sarney (Coronel do Maranhão, mas foi eleito senador pelo estado do Amapá – não entendi isso) está passando quase que exclusivamente pelo Twitter. Muitas cidades terão protestos e manifestações que foram organizados unicamente usando mensagens de texto simples e artigos em Blogs.

As mídias convencionais não são democráticas e impedem a participação das massas ou da classe mais intelectualizada ou que tem acesso à informação e/ou capacidade de questionar e filtrar a informação que vem dessas redes padrões, TV e impressos (mídias de massa). Não são democráticas não por culpa deles mesmos (alguns tem culpa, sim), mas pelo alto preço para se veicular conteúdo ali.

Já a internet e as redes-sociais, como temos hoje, permite que qualquer um publique, tenha suas idéias difundidas e lidas por terceiros e, se mais pessoas se sentirem motivadas podem espalhar isso, replicando à sua maneira – se for no Twitter será “retwitando” (RT). A isso chamamos de “viral”: algo que se espalha como um vírus pela internet, seja um vídeo, um texto ou uma idéia.

redes-sociais02

“Virais” e mobilizações por redes-sociais não se produz da noite para o dia, nem tem como se prever que algo vai “pegar” e mais gente terá o mesmo interesse. Isso é totalmente espontâneo e natural. Diferente, mais uma vez, das mídias convencionais onde apenas a vontade dos editores ou criadores da programação é que vigora e impõem isso às massas, na internet somos livre para sermos “nós mesmos” e podemos pensar sem intervenção externa (não diretamente).

Lemos o que queremos, clicamos nos links que queremos e vamos às páginas, artigos e vídeos que outros produziram.

É certo que é bem mais informação e é difícil filtrar o que realmente vale a pena, mas dessa vez temos as rédeas à mão. Aqui a Globo não pode eleger presidentes, nem omitir informações como no caso do Ministro (Coronel) Gilmar Mendes. Não há censura ou repressão nem controle externo e somos nós quem determinamos o que será notícia.

Ainda estamos aprendendo a usar essa nova ferramenta e o mundo agora parece bem maior que antes, mas as perspectivas são boas e mostra que estamos acertando mais que errando. A internet não tem fronteiras e nos faz pensar e acreditar que somos todos uma só Humanidade, sem língua, nação ou diferenças.

Como criar um Blog?

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Posted on : 24-11-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Diversos, Internet

Este blog completará 1 ano de existência e foi um esforço muito grande aprender a usar esta ferramenta de publicação livre na internet. Deixar suas idéias a público pode ser um pouco complicado e poucos vão ler. A Internet tem-se mostrado democrática, mas ganhar espaço não é fácil. Mas isso não é o maior dos problemas. A grande dificuldade de quem chega à internet é conseguir lançar mão desses mecanismos como weblogs e sites.

Passei muita dificuldade para aprender a usar o mais popular e básico dos serviços, o Blogger da toda poderosa Google. Então resolvi criar um outro blog para ensinar pessoas que, como eu, não entendem muito disso, mas querem e aceitam o desafio.

 

Este Blog chamado Lemos Idéias ficou muito tempo desatualizado, não por falta do que dizer, mas por eu ter me metido na empreitada de criar um outro blog de prestação de serviço, mais objetivo que esse e que tem se mostrado em franco crescimento e de muita importância na chamada “blogosfera” – o mundo dos blogs.

Resolvi que poderia ajudar outras pessoas a ter e usar blogs de forma mais eficaz mesmo sem conhecer muito (ou nada) da linguagem de internet. Até porque, isso não exige muito conhecimento de programação mesmo não. É tudo bem visual e simples, mas tem alguns truques!

Assim criei o [ Ferramentas Blog ].

O que é um weblog (blog)?

“Um weblog, blog, blogue ou caderno digital é uma página da Web, cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos de tamanho variável, chamados artigos, ou "posts". Estes são organizadas cronologicamente de forma inversa (como um diário), e podem ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.
Os sistemas de criação e edição de blogs são muito atrativos pelas facilidades que oferecem, pois dispensam o conhecimento de HTML, o que atrai pessoas a criá-los.”

Definição encontrada no WikiPedia ajuda um pouco a entender esse serviço.

Se você tem uma boa idéia ou quer mesmo simplesmente publicar seus artigos ou piadas que recebe por e-mail, tudo é permitido. Existe uma infinidade de sites sobre tudo o que se possa imaginar. Basta procurar no Google e verá o tamanho desse mundo e entender por quê é chamado de “blogosfera”.

 

Quer aprender a criar um blog?

Visite o www.blogger.com e faça seu cadastro. É auto-explicativo! E depois vá ao [ Ferramentas Blog ] e desfrute e aprenda como desenvolver melhor o seu projeto!

Completamos 50 artigos e 340 dias

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Posted on : 16-10-2008 | By : Marcos Lemos (@hordones) | In : Citações, Diversos

LogoIdeias

 

Este blog nasceu no dia 11 de novembro de 2007 e tinha o objetivo de oferecer reflexão coerente em teologia católica, comentários bíblicos e um pouco de algo mais. Achei que seria interessante falar de números e daquilo que já passou por aqui e os principais temas dessa nova forma de mídia.

Ganhamos muito com o que a internet pode oferecer em comunicação e troca de conhecimento, mas descobri também o quanto é difícil selecionar o que há de bom.

fundo01

Uso, uma ferramenta de estatísticas para sites/blogs da Google Analytics, que dá números de visitas e origens dessas. Apurando, em 340 dias no ar – quase 1 ano – foram mais de 1200 visitantes (sem contar os retornos) com 3000 exibições de páginas (mas gráfico01esses números só começaram a ser apurados no dia 3 de Maio, o que dá uma boa média de visitas diárias; destaque para o dia 13 de Outubro, com 70 visitas).

As visitas vieram de 15 países e 150 cidades brasileiras. Não são bons números, mas é um bom começo, especialmente para um blog de conteúdo tão selecionado – selecionados são também os leitores.

 

Tratamos aqui de alguns temas interessantes.

Vale lembrar aqueles que permeiam a teologia:

São 19 artigos sobre Comentários Bíblicos;

11 sobre Documentos da Igreja;

8 que tratam sobre o Sacramento da Eucaristia, com profundo estudo bíblico direcionado;

mais 8 só direcionados ao tema Família;

e outros 6 que falam de Maria – Mãe de Deus.

Falamos de música, televisão, livros e cinema. Minha paixão, a Capoeira, não ficou de fora.

 

Com isso, deixo um compromisso: continuar com um conteúdo de nível e qualidade no uso do espaço que a internet nos dispõe.

Aprendi muito publicando e achei por bem cooperar com aqueles que querem aprender e fazer o mesmo. É fácil usar blogs, mas tem seus segredos e é difícil ganhar espaço e descobrir boas ferramentas. Por isso comecei um novo blog com o intuito de reunir num único lugar tutoriais para blogs, com dicas, serviços e ferramentas, numa linguagem acessível e democrática. Confiram: Ferramentas Blog (http://ferramentasblog.blogspot.com/).

LogoFerramentas

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Obrigado a todos!