Diante dos fatos dos últimos dias, quero aproveitar e escrever, repercutindo o link que vi no blog do meu amigo Tiago (Estado Noético), sobre essa “guerra” promovida por Israel. Entre aspas, pois Guerra se faz quando as duas partes têm capacidades de atacar e defender-se de ataques – mesmo que com forças desiguais entre as partes e, especialmente, como se faz formalmente, declarando isso para o resto do mundo.
Israel é hoje, junto dos EUA, o mais poderoso exército terrorista do planeta. Chega a ser até mais poderoso tecnologicamente que seu aliado. Tem o exército mais bem treinado e equipado e, mesmo em número inferior, pode fazer mais estragos que todos os exércitos de países árabes juntos. Seu grande problema é o território muito pequeno a ser defendido.
Em 1948 foi criado, por decreto da ONU o Estado de Israel. Não vou entrar aqui em méritos históricos detalhados, mas o primeiro ato do recém criado país foi???
Todo país quando surge, pretende afirmar-se primeiramente por duas vias: a diplomática e a constitucional. A diplomática para conseguir que o máximo de outros países o reconheçam como independente e reconheça suas fronteiras como legais. A forma constitucional é garantir leis mínimas e fortes para que possam se afirmar enquanto nação.
Foi isso que Israel fez???
Não!
Eles fizeram uma guerra. Não tinha nem 24 horas de existência e começaram uma guerra. Aí está a raiz do problema: eles só sabem fazer guerra. Mas não a guerra convencional. Preferem atos terroristas e genocidas. Sim… um povo que sofreu tanto ao longo dos séculos, especialmente no XX, não aprendeu que genocídio é crime internacional; nem tão pouco aprendeu a respeitar o diferente.
Tiram o direito de uma outra nação existir culpando-a de terrorismo que eles, Israel, promovem.
Respeito os judeus, mas não posso respeitar um Estado terrorista como Israel.
Veja mais sobre as mentiras de Israel, publicado na Carta Maior:
Israel tem todo o direito de voltar para seu país de origem do qual foram banidos pelos romanos.
Oswaldo,
Eles teria o direito se a terra lhes pertencesse realmente por direito. Mas a história, bíblica, nos conta que os Judeus tomaram aquele terra dos povos (Palestinos) que já estavam lá antes.
Se isso foi por ordem de Deus ou não, é outra questão, mas não justifica as ações terrorista do atual Estado de Israel.