[segue um pequeno comentário sobre o trecho do envagelho e alguma recomendação de leitura sobre vocação cristã.]
Os trabalhadores são poucos.
O evangelho lido no 11o. Domingo do Tempo Comum provoca-nos pensar sobre nossa vocação cristã no mundo de hoje. Jesus começa com uma constatação, dizendo que o lugar de “trabalho” do cristão, o mundo em que vivemos, é muito grande para tão poucos disposto à missão.
Provocativo!
Ele chama o mundo (ou as pessoas) de “messe”. O que é a messe?
Para o nosso mundo urbano essa é uma palavra completamente desconhecida, quase sem significado. A messe é a plantação, a seara pronta, em estado de se ceifar, para ser colhida. Neste mundo da técnica e da mecânica avançada, poderíamos pensar que para esta grande colheita de Deus, poderíamos usar as máquinas colheitadeiras computadorizadas, onde basta um único operador para arrancar com perfeição a planta do solo sem disperdícios.
Seria como as vastas plantações de trigo e máquinas cortando o relevo vegetal.
Mas, a messe de Deus é delicada. Precisa de cuidado e perfeição que só a mão humana pode conseguir. Por isso o convite de Jesus é dirigido aos homens e seu apelo é que “o Reino de Deus está próximo”.
O chamado a viver em santidade e testemunho cristão no mundo é difícil e a Igreja reconhece alguns obstáculos (citando CHRISTIFIDELES LAICI 2):
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[clique nos títulos para abrir os textos na íntegra]
Do concílio Vaticano II:
- Constituição Domática LUMEN GENTIUM – sobre a Igreja.
- Constituição Dogmática GAUDIUM ET SPES – sobre a Igreja no mundo atual.
Outros:
- Exortação Apostólica CHRISTIFIDELES LAICI – vocação e missão dos Leigos na Igreja e no Mundo.
- Exortação Apostólica FAMILIARIS CONSORTIO – sobre a função da Família Cristã no mundo de hoje.
- Carta apostólica MULIERIS DIGNITATEM – sobre a vocação da Mulher.
- Exortação Apostólica PASTORES DABO VOBIS – sobre a formação sacerdotal.
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